Ricardo Mendes comprou um BYD King GL 2025, financiou R$84.492 e quitou tudo em 12 meses operando Uber Black — sem largar o emprego. Avaliação 4,96 estrelas. R$35.844 sobrando no final. Esses são os dados reais, sem filtro.
Analista de dados e AI, ex-gerente de vendas, ex-representante da USA Hemp, ex-motorista executivo e pai atípico de uma filha com TEA. A KingEnergyHemp nasceu de uma conta de mais de R$30 mil por ano em medicamento importado — e da percepção de que estudo e informação podiam produzir melhor e mais barato. O combustível veio depois: trocar gasolina por eletricidade transformou um gasto em renda. Dois mercados, o mesmo padrão.
228 horas de formação certificada em cannabis medicinal pela UNIFESP, UNICAMP e outras instituições. Participante e apoiador signatário da Frente Parlamentar de Cannabis de Campinas.
"Quando o custo do tratamento ficou insustentável, a informação mostrou o caminho da economia. A mesma lógica aplicada à energia virou patrimônio."
Ricardo era motorista em tempo integral. Tinha um Corolla financiado, rodava 6.000 km por mês operando Uber Black, 99 Black e serviços particulares — faturando entre R$12 mil e R$20 mil, mas com custos que comiam boa parte: R$2.500 de parcela do carro, mais de R$3.300 em gasolina todo mês.
Em 2024, numa conversa com um motorista que operava um BYD, começou a pesquisar. A conta era simples: trocar gasolina por energia elétrica cortava mais de R$3.000 em custos por mês. Deu R$60.000 de entrada, financiou R$95.000 a 1,29% ao mês, retirou apenas R$4.000 de salário durante 12 meses — e quitou o BYD King com o próprio faturamento da operação.
"Não trocamos o carro por ideologia. Trocamos porque a conta fechou."
Ricardo tinha um Corolla, gastava mais de R$3.300 por mês em gasolina e R$2.500 de parcela. Em 2024 trocou pelo BYD King: deu R$60.000 de entrada, financiou R$95.000 a 1,29% ao mês e retirou apenas R$4.000 de salário durante 12 meses. O carro se pagou com a economia e o faturamento da própria operação.